segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A Teologia da Prosperidade É A Sensação do Momento.



A COBRANÇA DO CACHÊ PARA PREGAR O EVANGELHO

O que você acha dos PASTORES PREGADORES que cobram altos CACHÊS para pregar o evangelho de Cristo? Aliás, exigem com ANTECEDÊNCIA que o pagamento seja feito em forma de deposito em suas contas bancarias, para depois irem pregar.

1. PREGAÇÃO EVANGÉLICA VIROU UM COMERCIO LUCRATIVO.
Lamentavelmente muitas pessoas irresponsavelmente estão deixando as suas profissões e tornando PREGADORES GOSPEL, visando única e exclusivamente o LUCRO FINANCEIRO, são pregadores, mas nunca foram convertidos a Cristo; na mente cauterizada dos depravados, a pregação do Evangelho de Cristo é uma fonte de LUCRO FACIL; e por isso descaradamente COBRAM altos valores para pregar.
Esses supostos pregadores são os negociantes do Evangelho como diz Pedro.
2.Pe.2.3 e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.
2.Pe.2.4 Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo;

2. MUITAS IGREJAS FICARAM REFEM DOS PREGADORES GOSPEL.
Não são todas, mas, muitas igrejas atualmente ficaram reféns dos pregadores que COBRAM para pregar; eles viraram uma espécie de estrela “ídolo” com fã clube e tudo mais; e o Pr., da igreja diz: “Se não convidar o pregador de FAMA os irmãos não irão a igreja”; é simplesmente lamentável identificar postura como essa de alguns líderes da igreja; na verdade esse líder já perdeu a liderança a muito tempo; e por falta de comando na condução do rebanho contrata homem corruptos com o titulo de PREGADOR e com o dinheiro dos fieis pagam os altos cachês que os mesmos exigem.
Você irmão que contribui financeiramente em sua igreja local, concorda com isso?

3. A NEGOCIAÇÃO PARA PREGAR O EVANGÉLHO
A negociação para pregar o evangelho é feita mais ou menos assim, o pastor liga e diz quanto você COBRA para pregar na minha igreja?
Em outros casos o pastor liga e do outro lado da linha uma voz intimidatória de um suposto homem de Deus, o pastor lança o convite; e recebe como resposta “Irei pregar por tanto” oh amado dinheiro adiantado se não nada feito! O pastor responde perguntando quanto pagarei?
O pregador responde dizendo olha amado o senhor sabe que para sustentar um “HOMEM DE DEUS” não é tão barato, portanto, eu cobro (5.000,00) por mensagem; e olha o senhor fecha logo o contrato porque a minha AGENDA é cheia se o senhor não quiser tem muitas outras igrejas que querem; aliás, eu não tenho nem muito interesse em ir ai, mas, como é para o senhor ou vou neste preço; o pastor da uma pensada em trinta segundos e responde NEGÓCIO fechado.

4. VALORES COBRADOS PELOS PREGADORES GOSPEL.
Pregação gospel e aquela pregação que fala em Deus, mas Deus está muito longe do pregador; são pregadores corrompidos, adúlteros, pornográficos; avarento e que não tem nenhum compromisso com a igreja. Antes de escrever esse artigo fiz uma pesquisa de preços para ter noção básica dos preços cobrados por eles e cheguei aos seguintes valores:

A – 150.000,00 (pregadores importados dos Estados Unidos que pregam sobre a teologia da prosperidade)

B – 80.000,00 (pregadores vindo da Europa é mais barato porque segundo eles o cristianismo na Europa esta em baixa)

C – Brasil: Brasil é o celeiro dos PREGADORES GOSPEL onde eles chegam a faturar livre 80,000,00 mensal. Mas os preços não são fixo existem uma variação; mas o mínimo fixado por eles é 3.000,00 por mensagem; os valores variam porque os PREGADORES GOSPEL estão divididos em TRÊS CATEGORIAS:

- Pregadores ASTROS: São os de primeira classe, os famosos que exigem ALTOS CACHÊS, só hospedam em hotel CINCO ESTRELAS, não pregam em igrejas pequenas e para grupos pequenos. Cobram de 10.000,00 a 50,000,00 por mensagem.

- Pregadores ESTRELAS: É uma classe de pregador que não divergem muito dos astros, a divergência é apenas em relação aos valores cobrados que variam de 5,000,00 a 25,000,00 por mensagem.

- Pregadores ASPIRANTES: São aspirante ao posto de estrela e astro, está no mesmo caminho deles como ainda não chegou ao degrau superior tem as mesmas exigência das outras duas classes porem, cobram mais barato algo em torno de 3,000,00 a 15,000,00 por mensagem.

5. DEUS, A IGREJA E OS PASTORES.
Deus é o autor da igreja, ele criou a Igreja, e deu a igreja aos pastores, para que estes cuidassem dela; mas estamos vendo o contrario.

A – Deus com certeza não esta satisfeito com essa negociação espúria do Evangelho de Cristo, o Evangelho deve ser pregado por homem temente a Deus voluntário e gratuitamente; mas Deus esta atento a tudo isso, cf. Rm.1.18 Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça;

B – A igreja não precisa de pregadores estrelas, aspirantes ou astros, precisa sim de homem temente a Deus com visão evangelistica, fervoroso no espírito ganhadores de almas, homens que sabe o que é apascentar o rebanho de Deus; a Igreja de Cristo não está satisfeita com atitudes de certos lideres que estão negociando o sagrado.

C – Nós os pastores precisamos abrir os olhos, principalmente quem preside a igreja, saber que o dinheiro não é dele, é da igreja, e é santo. Estão cometendo um grande pecado aqueles que usam o dinheiro da igreja para contratar PREGADORES GOSPEL. Cobrar para pregar o Evangelho de Cristo é PECADO, e quem paga peca mais ainda, o juízo será maior para quem PAGA. Senhores pastores vamos dar um basta nestas gentes descompromissadas com o reino de Deus; não convidam pregadores que cobram para pregar;
o Evangelho deve ser pregado por amor a Cristo com homens fiéis a Deus, a família e a igreja, existem milhares de homens de Deus que não se corromperam e que pregam a Cristo vivo e ressuscitado, e que não cobram para pregar estão apenas esperando uma oportunidade.

CONCLUSÃO.O que você leitor acha dessa cobrança imposta pelos pregadores gospel?
Eu particularmente não concordo em cobrar, estipular valores para pregar o Evangelho, fazer o Evangelho negócio, se o individuo que ganhar dinheiro ele terá que fazer outra coisa e não ser pregador do Evangelho.
Eu quero ver a sua opinião! Deixe aqui o seu comentário.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Pastor de púlpito e não de ovelhas

Tenho observado um comportamento extremamente comum nas igrejas evangélicas de todo o país. É o pastor de púlpito, e sempre com ótima homília, mas que nunca visitam as “ovelhas da igreja”. Ou mandam os presbíteros visitar os membros, ou fingem que os membros não existem perante a igreja…
Vamos a reflexão…
Primeira reflexão: qualquer um do corpo eclesiástico da igreja pode visitar, ou seja, importante é fazer visitas (menos o pastor); segunda: a igreja já é suficiente em si mesma para prover toda e qualquer orientação para os “candidatos a membros ” ou “membros definitivos”. A LITURGIA É SUFICIENTE EM SI MESMA PARA ALIMENTAR A IGREJA!
Muitos desses pastores acabam depois de muito “pastorear” saindo pela porta dos fundos da igreja. Os próprios membros da igreja pedem para o “pastor” sair, pois não cuida de ovelhas, mas cuida bem do púlpito: ar condicionado na igreja, cadeiras de belo estofamento, coral com belas músicas, mas muito longe daquilo que Jesus pediu “as ovelhas conhecem a minha voz”.
Se conhecem, é porque houve um contato pessoal, e não contato pelo púlpito da igreja.
Falo isso, pois já presenciei isso em minha vida duas vezes. O primeiro pastor pertencia a uma igreja evangélica tradicional no Brasil. Foi expulso dessa, e criou uma igreja de denominação muito parecida com a tradicional em Marília. Foi um fiasco…
O outro chegou com toda a pompa para superar um homem de Deus aqui em Marília, muito educado, e que se transferiu para outra cidade do Brasil. Logo o pastor substituto, afastou o presidente do coral, e fez política de coaptação dentro da igreja com os atuais presbíteros. Ou seja, pastor e presbíteros , só com títulos de cargos eclesiásticos, mas muito longe do apregoado por Jesus “as ovelhas conhecem a minha voz”. Nunca recebi visita de pastor ou de presbíteros…
Para finalizar, sugiro cuidado com igrejas bonitas na mobília, centrais na cidade, mas frias no acolhimento, sem visitas pastorais.
Sugiro a leitura do livro de David de Hansen “A Arte de Pastorear”, e ainda refletir que os pastores de hoje precisam aprender que pastorear não é apenas pregar, administrar, ensinar ou dirigir a liturgia. É possível fazer todas essas coisas sem realmente pastorear.
Pastorear é acima de tudo cuidar.
Observe que Paulo disse aos anciãos (presbíteros) de Éfeso, conforme At 20.28:
-Cuidem por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu pastores, para pastoreardes a igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.
Cuidar de si mesmo é pré-requisito para quem pretende cuidar de outros.
Hoje se fala em conservar saúde física e mental, família e finanças ordenadas, boa administração do tempo, vida devocional, disciplina de estudos. Porém, é pouco provável que Paulo estivesse pensando nisso quando recomendou “cuidado”. A preocupação do apóstolo visava perseverança na fé e no ensino, alertava sobre o perigo dos falsos mestres, da ganância e dos desvios de conduta.
Os grandes males que têm destruído ministérios pastorais são: a imoralidade sexual, em todas suas manifestações; a arrogância e o orgulho, que trazem a reboque os desvios doutrinários e a tirania religiosa; a vaidade, a inveja e a cobiça, que levam alguns a tentar viver num padrão que não podem ou desejar coisas que não precisam.
Cuidar do rebanho de Deus é um privilégio.
Moisés teve que aprender a cuidar dos rebanhos de seu sogro antes de liderar Israel; um rei foi escolhido por ter “coração de pastor”, capaz de por a vida em risco na luta contra um urso e um leão para defender uma única ovelha. Ora, se Davi era tão cuidadoso com o rebanho de Jessé, não seria também achado fiel no cuidado do rebanho de Jeová?
No dia a dia do ministério pastoral o grande desafio é não perder a ternura, o prazer de ter cheiro de ovelha, o gosto de conduzir, de guiar sem opressão, apenas sendo modelo, exemplo de fé, pureza e amor. É a tarefa mais excelente dentre as muitas oportunidades de servir no Reino de Deus, daí serem muitos os líderes, mestres, evangelistas, profetas, cantores e administradores que são chamados de pastores. Muitos têm o título, pois é cultural se dar maior valor as expressões como “pastor”, “reverendo”, “bispo” e hoje até “apóstolo”.
Todavia, nem estes todos que usam o título têm coração de pastor.
PASTOR DE PÚLPITO E NÃO DE OVELHAS…
É isso precisamos de pastores com coração de pastor.
Vamos refletir…

Autor: PROF. DR. MILTON MARCHIOLI
• Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília (1988)
• Mestre em Medicina pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1999)
• Doutor em Medicina pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (2003)
• Docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Marília (UNIMAR) de 1998 a 2005 nas disciplinas de Semiologia Médica e Nefrologia
• Docente da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA) desde 2006 na disciplina "Educação em Ciências da Saúde"
• MBA em Gestão de Hospitais e Sistemas de Saúde 2007-2008 (UNIVEM)
• MBA em Direito do Trabalho 2009-2010
• Aluno do curso de Direito da UNIVEM. Início em 2010
• Perito na Justiça Federal de Marília - 11ª Subseção Judiciária de São Paulo desde 2008. Perito da Justiça do Trabalho desde 2009
• Produtor e apresentador de temas de Saúde Pública e Saúde Suplementar da Cooperativa Médica de Marília - Unimed Marília entre 2005 e 2010

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

É MELHOR UM PÚLPITO VAZIO DO QUE UMA PESSOA VAZIA NO PÚLPITO.

Gostaria de dividir com meus irmãos e amigos um assunto um tanto incomodativo, mas digno de nossa atenção.
Isso já aconteceu comigo, como também já aconteceu com você e com tantas outras pessoas, estou falando dos nossos compromissos do dia a dia. Ou seja, trabalho, escola, reuniões etc...! Com isso acabamos não tendo aquela freqüência nos cultos como gostaríamos.
Estou falando isso pelo grande número de pessoas que devido as suas responsabilidades ficam impossibilitadas de estarem sempre em suas igrejas, E olhando para esta realidade me veio a profunda preocupação com aqueles que têm a responsabilidade da parte de Deus de conduzir então o chamado “culto”.
Bem vamos estreitar este assunto agora.
Eu estava em um culto desses (que agora passo a decifrá-lo) precisando ouvir algo da parte de Deus, Como faz parte de cada um de nós me preparei e estava confiante até porque minhas expectativas eram muito boas neste dia até que cheguei à igreja. Como o nosso olhar está focado sempre ao PÚLPITO onde as pessoas devem ministrar algo da parte de Deus.
Percebi logo quando ali cheguei que neste dia seria melhor ver o “PÚLPITO VAZIO”, Pois as pessoas que estavam ali não expressavam nada na hora do louvor, ou seja, não tinham vida em si mesma, cantavam simplesmente e não adoravam a Deus com inteireza de coração. Todos nós sabemos que Deus habita no meio dos louvores, porém para que isso aconteça é preciso que aqueles que estão ministrando o louvor o façam de coração para que haja na igreja uma manifestação real da presença de Deus.
Mas quando isto não acontece resta-nos uma esperança qual? O Pregador da noite nós então depositamos nele a salvação desta reunião quando então chega o momento da palavra hum.....
Não venha querer me dizer que você nunca passou por algo assim (risos).
Quando ele começa o seu sermão não demora muito para que eu perceba que ele está “VAZIO” é isso mesmo que estou dizendo as pessoas estão cansadas da labuta do dia a dia e quando chegam à igreja querem algo da parte de Deus e o que vêem, Um louvor “VAZIO” sem consistência, sem expressão alguma de vida e no momento da palavra o que vemos são pessoas que não tem intimidade nenhuma com Deus perderam completamente o significado da oração e com isso estão despreparados completamente, falam, falam e falam, mas não são capazes de dizer alguma coisa que venha trazer paz, segurança, convicção e esperança aos ouvintes que sem sombra de dúvidas saíram de suas casas para ouvir algo bom da parte de Deus.
Diante deste fato penso que é bem melhor olhar para um “PÚLPITO VAZIO”.
Ele por si só já nos transmite algumas verdades de grande relevância.
Vejamos
- Local de Santidade
- Local de Separação
- Local de Reverência
- Local de Autoridade
Penso que a pior coisa que existe é quando nós esperamos algo da parte de Deus e quem deveria estar preparado para que neste momento seja usado por Deus está “VAZIO”. Sem comunhão e intimidade com Deus aí não tem palavra nos seus lábios, conteúdo bíblico muito menos e infelizmente estamos presenciando isto em nossas igrejas pessoas “VAZIAS” da Graça e da Unção.
Afirmo com toda minha convicção que prefiro olhar e ver o “PÚLPITO VAZIO DO QUE VER UMA PESSOA VAZIA NO PÚLPITO”
Saudoso / Pastor Júlio Rolin.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Por que Mike Murdock falsifica a Palavra de Deus?

Os falsos mestres, seu caráter, obras, e justo castigo
II.Pedro.2.1 Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.
2 E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade;
3 também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita.

Muitas passagens neotestamentárias — especialmente 2 Coríntios 9 — têm sofrido na mão de homens como Mike Murdock. Segundo ele, o Novo Testamento nos ensina a “semearmos” dinheiro para “colhermos” mais dinheiro. Sua tese é simples e, aparentemente, convincente: Quem planta sementes de laranja, colherá muitas laranjas. Quem “semeia” dinheiro “colherá” muito dinheiro. E quem “semeia” muito dinheiro “colherá” muitíssimo dinheiro.

A visão desse “homem mais sábio do mundo” sobre o Evangelho é reducionista. Para ser mais claro, ele prega “outro evangelho” (2 Co 11.4), que induz os incautos a acreditarem que a vida cristã se limita a “semear” e “colher” dinheiro, bens e riquezas.

Conquanto Deus abençoe quem contribui para a sua obra, o contexto imediato de 2 Coríntios 9 mostra que o ensino de Paulo visava a motivar os cristãos a ofertarem, antes de tudo, movidos por generosidade e alegria, e não por necessidade, como que desejando “colher” mais do que foi “semeado” (v.7).

Paulo apresentou a lei do “semear e colher” com a intenção de despertar os crentes de Corinto para o auxílio generoso aos pobres. Seu ensino nada tem a ver com desafios para obter riquezas ou para comprar aeronaves, casas, carros, etc. Quando ele motivou os coríntios a serem generosos em favor dos santos de Jerusalém, era notório que estes passavam por sérias dificuldades (2 Co 9.1-5). Os apóstolos haviam solicitado a Barnabé e Saulo que se lembrassem dos pobres (Gl 2.9,10), e eles trouxeram uma contribuição de Antioquia a Jerusalém (Rm 15.25-32).

Foi com base nesse contexto que Paulo disse aos crentes de Corinto: “Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará” (2 Co 9.6). Ele desejava que os coríntios contribuíssem com espontaneidade e alegria, e não por causa do que receberiam em troca. Mas também deixou claro que, a despeito de a motivação do salvo para ofertar não ser interesseira, Deus abençoa os generosos.

Se o que nos estimula a contribuir para a obra do Senhor é prioritariamente a generosidade, por que Murdock e seus discípulos usam de pressão psicológica e poder de persuasão? Recentemente, esse “doutor” norte-americano ordenou, na televisão, como se tivesse a certeza de que os seus admiradores estavam hipnotizados: “Eu quero que você vá ao telefone, saia da sua cadeira, saia do seu sofá. A obediência retardada se torna uma rebelião”.

Murdock não merece crédito, pois torce o princípio da generosidade e estimula os crentes a “semearem” interesseira e egoisticamente. Ele ignora ou despreza o que está escrito em 2 Coríntios 9.10,11: “aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para alimento, também suprirá e aumentará a vossa sementeira, e multiplicará os frutos da vossa justiça; enriquecendo-vos em tudo para toda a generosidade”.

Por que Murdock e todos os propagadores da teologia da prosperidade fazem questão de citar versículos bíblicos? Porque sabem que, se convencerem as multidões incautas de que eles são ensinadores compromissados com a Palavra de Deus, serão atendidos por elas em seus desafios milionários.

O evangelho pregado por Mike Murdock nada tem a ver com o verdadeiro Evangelho. Esse famoso palestrante, infelizmente, faz parte do seleto grupo de telemilionários que andam pelo mundo espalhando invencionices, como: “Jesus nasceu numa estrebaria porque os hotéis de luxo estavam todos ocupados”; “Sua roupa era da moda, sem costura”; “Ele entrou em Jerusalém de ‘BMW’, pois o jumentinho era o melhor transporte da época”; “Por que ele tinha um tesoureiro? Porque arrecadava muito dinheiro”, etc.

Se o leitor não estiver convencido de que Mike Murdock tem pregado “outro evangelho”, leia os grandes ensinamentos do Mestre dos mestres contidos em Mateus 5-7,24,25, João 13-17 e Apocalipse 2-3. Verifique se o Senhor Jesus estimula os seus servos a buscarem riquezas materiais. Atente para o alerta da Palavra do Senhor acerca dos falsos mestres, avarentos, que, mediante “palavras fingidas” (2 Pe 2.1-3), falsificam a Palavra do Senhor (2 Co 2.17), a fim de enriquecerem (1 Tm 6.8-10; Ef 5.5).

Eu quero Parabénizar o Pastor Ciro Sanches Zibordi por essa postagem Maravilhosa.
Nomes de Deus
Antes de nos empenharmos na escolha de um nome para o filho que acaba de chegar, simplesmente por achá-lo bonito, ou por uma vaidade infundada, deveríamos nos perguntar: “Este nome 'poderá' honrar o Nome de Deus, Daquele que está dando a vida a esta criança?!". Vale ressaltar que existem pessoas (inúmeras) que não são dignas sequer do nome que têm. O que desejamos com o levantamento abaixo listado é focalizar o nome quando atribuído a Deus e aprender sobre a importância deles para o nosso entendimento espiritual. Desejamos que pelos seus significados possamos compreender um pouco da grandeza do nosso Deus.
O nome, por uma questão lógica, “deveria” expressar a personalidade da pessoa que o detém, algo como um título, pois o significado do nome (se houver) “poderá” ser o reflexo do seu caráter, em particular (I Sm 25:25 e Mt 1:21). Em se tratando do “sobrenome”, este não era comumente usado nos tempos antigos, fato facilmente constatado nas Escrituras, que é o objeto do nosso foco. Nomes como “Abraão”, “Jacó”, “Ruth” seguiam o costume daqueles tempos de se fazer acrescentar algo que o distinguisse dos demais, a exemplo de José, um nome muito comum nos dias do Senhor Jesus, que profeticamente ficou conhecido como “Jesus de Nazaré” (Mt 2:23 e Lc 4:16), aludindo ao local onde fora criado; Paulo, antes da sua conversão, era conhecido como “Saulo de Tarso”; o primeiro homem criado por Deus, Adão, expressava o que era pelo significado do seu nome: “da terra, ou tirado da terra vermelha”, indicando a sua origem.
No livro do Apocalipse temos o seguinte verso:
“(...) e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe” (Ap 2:17).
São palavras que refletem a importância do nome para alguém que deseja honrar a Deus. Vejamos uma coletânea de nomes atribuídos a Deus dentro do contexto histórico das Escrituras.

NOMES GENÉRICOS
Segundo os dicionários, genérico é tudo aquilo que é tratado de forma generalizada, não sendo peculiar ou específico a uma única coisa. Tais nomes podem ser usados tanto pelo Deus verdadeiro, como por falsos deuses, englobando ambos os gêneros, ou seja, masculino ou feminino. Dentro das Escrituras, temos:
• Elohim (plural) e Eloah (singular): Fala de Deus tendo o Seu poder criativo e onipotência de forma intrínseca.
É o primeiro nome que surge nas Escrituras:
“No princípio criou Deus (Elohim) os céus e a terra” (Gn 1:1)
Elohim é citado 2.498 vezes e Eloah é citado 57 vezes. Desse total apenas 245 não se refere ao verdadeiro Deus de Israel. Esse substantivo vem do verbo hebraico Aláh (Alá, nome típico entre os Muçulmanos), significando “ser adorado, temido e reverenciado, ser excelente”.
• El : Deus, como “Aquele que vai adiante ou inicia as coisas”.
Este nome é apresentado apenas no singular e num total de 250 vezes, sendo muitíssimo conhecido pelos povos de língua Semita. Pode ser usado como “deus” para divindades falsas, como também “Deus” para o verdadeiro Deus de Israel. Poucas vezes foi usado para significar “o poderoso”, mas apenas para homens e anjos. Normalmente aparece sozinho, mas foi combinado formando termos compostos com o sentido de deidade, ofício, natureza ou atributos do Deus verdadeiro.
• El-Berit : Deus que faz pacto ou aliança (Gn 31:13, 35:1-3);
• El-Elyon : Deus Altíssimo (Gn 14:17-20).
Elyon é um adjetivo que deriva do verbo hebraico Aláh sendo usado para coisas. Seu significado é: “subir, mais alto, mais elevado, superior”. É utilizado para referir-se a Deus e ganha o significado de “o excelente, o alto, o Deus glorioso”.
• El-Ne‘eman : Deus de Graça e Misericórdia (Dt 7:9);
• El-Nosse : Deus de Compaixão (Sl 99:8);
• El-Olan : Deus Eterno, da Eternidade (Gn 21:33);
• El-Qana : Deus Zeloso (Ex 20:5; 34:14);
• El-Ro‘i : Deus da Vista (Gn 16:13);
• El-Sale‘i : Deus é Minha Rocha, o Meu Refúgio (Sl 42:9-10).

NOMES ESPECÍFICOS
Totalmente contrário aos genéricos, os nomes específicos de Deus são utilizados nas Escrituras para o único Deus verdadeiro, jamais sendo utilizados para outras divindades.
• Shadday : Todo-Poderoso
Tanto pode aparecer sozinho (Gn 49:24 - Em Jó é citado 31 vezes), como utilizando “El” para obter a forma composta El-Shadday que tem o significado de “Deus Todo-Poderoso” (Gn 17:7; 28:3; 35:11; 43:14; 48:3; Ex 6:3 e Ez 10:5). Encontramos na Vulgata Latina sua tradução por Omnipotens, e na Septuaginta como Pantokrator.
• Adonay : Senhor
Passaram a utilizar Adonay em serviços religiosos e há’Shem para conversas informais devido à Lei explícita:
“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão” (Ex 20:7) e, “E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente será morto; toda a congregação certamente o apedrejará. Tanto o estrangeiro como o natural, que blasfemar o nome do Senhor, será morto” (Lv 24:16).
Nunca o tetragrama YHWH
• YHWH : Senhor
Muitos textos são publicados seguindo um “ciclo vicioso de cópia” sem a preocupação básica de resguardar qual seja realmente a forma correta de se escrever o nome de Deus. A única forma de “determinar” prende-se necessariamente aos manuscritos e a versões fidedignas aos textos originais. Quanto à pronúncia correta, não há como determinar como os judeus pronunciavam. Na verdade, tornou-se um nome impronunciável pelos hebreus desde o período intertestamentário, pois, conforme ordem divina proibia-se tomar o nome do Senhor (YHWH) em vão. Assim temiam, e ainda temem pronunciar o tetragrama. Em seu lugar, substituem-no por Adonai (Senhor) ou “O Nome” ou “há’Shem" em suas conversas informais usando o idioma hebraico.
O “Tetragrama Sagrado" é escrito apenas por quatro consoantes: yod, he, vav, he (o alfabeto hebraico não possuía vogal). YHWH é citado 5321 vezes, sendo dos textos mais antigos a origem dos livros do Velho Testamento. Muitos cristãos fazem uso da pronúncia JEHOVAH (Jeová) para o tetragrama YHWH. Não podemos dizer que o nome Jeová seja a forma incorreta ou correta de pronúncia, mas é a mais aceitável. Os mais “catedráticos” consideram como forma correta pronunciar YAHWEH (Iavé - Javé) ou então YAHWO (Iavô).

NOMES COMPOSTOS
Utilizados para revelar aspectos a mais do caráter de Deus; mais alguns adjetivos de Deus.
• YHWH Elohim : Criador de todas as coisas;
• YHWH Jireh : O Senhor proverá – Deus proverá.
Foi o que disse Abraão a Isaque sendo interrogado por ele quanto ao cordeiro para ser sacrificado:
“Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos” (Gn 22:8).
Também foi o nome que deu Abraão após a providência do Senhor para aquele sacrifício, não tendo ele que sacrificar Isaque, seu filho:
“Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá” (Gn 22:14).
E tal como aconteceu com Abraão, também Deus proveu para nós, pecadores, um Cordeiro, Jesus! (Jo 1:29).
• YHWH Rafa : O Senhor Que Te Sara (Ex 15-26);
• YHWH Nissi : O Senhor é a Minha Bandeira. Moisés assim chamou o altar que edificou (Ex 17:15);
• YHWH Shalom : O Senhor é Paz (Jz 6:24).
Hoje pregamos ao mundo a Paz que é o Senhor; a Paz que só o Senhor pode trazer aos corações aflitos. Foi o nome dado por Gideão ao altar que edificou.
• YHWH Raah : O Senhor é o Meu Pastor (Sl 23:1).
Acredito que não haja quem não conheça essa passagem nas Escrituras. Mas, para podermos clarear nossa mente vamos ao Salmo escrito por Davi “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”.
E como é bom saber que o nosso Pastor é o Senhor; Quão bom é saber que à frente das nossas veredas segue o Senhor tirando os espinhos, e, melhor ainda; quão bom é saber que as veredas eternas prometidas pelo Senhor são maravilhosas.
• YHWH Tsidikenu : Senhor Justiça Nossa (Jr 23:6).
Jeremias profetizando a respeito de Judá disse: “Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este é o nome de que será chamado: O Senhor Justiça Nossa”.
• YHWH Sabaoth : O Senhor dos Exércitos (Sl 24:10).
Todo exército tem um General; ele cuida, ele dá ordens, ele vai adiante dos seus soldados, e nós temos ao Senhor dos Exércitos que comando miríades de anjos celestiais que estão sempre ao redor e à disposição daqueles que O buscam.
• YHWH Shammah : O Senhor Está Ali (Ez 48:35).
A divisão das tribos. “Dezoito mil côvados terá ao redor; e o nome da cidade desde aquele dia será Jeová- Shammah”.

NOVO TESTAMENTO
A Septuaginta foi a primeira tradução Bíblica hebraica para o grego, isso porque havia uma clima de desacordo entre os Judeus e os gregos. Os Judeus sempre foram monoteístas, mas os gregos existiam vários deuses. O Panteão grego, que, etimologicamente, deriva de pan (todo) e theos (deus), literalmente significando o templo dedicado a todos os deuses. Aristóteles, o filósofo, para demonstra a fragilidade da religião grega, afirmou: "O homem fez os deuses à sua semelhança e lhes deu seus costumes".
É devido a Septuaginta que notamos a demonstração de zelo pela sua religião, e, é por meio dela que descobrimos os equivalentes gregos dos nomes usados para Deus no Antigo Testamento, como El, Elohim, Eluon e YAWH.
• Theos : Deus
O nome mais comum utilizado no Novo Testamento é Theos. Assim como as palavras hebraicas El, Elohim, Eloah no Antigo Testamento, Theos no Novo Testamento pode significar "Deus" ou "deuses".
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus (Theos), e o Verbo era Deus (Theos)" (Jo 1:1).
• Kurios : Senhor
Podemos notar que no Novo Testamento a tradução na Septuaginta de ambas as palavras Adonai e do nome impronunciável YHWH foi pela palavra grega Kurios (Kuriov), que significa "Senhor". Kurios/Adonai traz a idéia básica da soberania de Deus, da suprema posição do Criador, em todo o Universo que criou. E mais, tanto o Pai (Deus) como o Filho (Jesus) são chamados pelo termo grego Kurios.
"E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos" (Ap 11:15).
"... e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor (Kurios) para glória de Deus Pai (Pater)" (Fp 2:11).
"Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! (Kurios) senão pelo Espírito Santo" (I Cor 12:3).
• Pater : Pai
"Portanto, orai vós deste modo: Pai (Pater) nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome" (Mt 6:9).
O Cristão fala de muitos privilégios, mas acredito que o maior deles seria chamar ao nosso grandioso Deus de Pai, o "Pai Celestial". Sabe por quê? Os judeus afirmam que Deus jamais teve um filho, portanto não reconhece Cristo como o Unigênito de Deus. O islamismo rejeita a idéia de Deus ser Pai. A grande diferença entre as três grandes religiões monoteístas, que torna um privilégio único, é que somente nós os cristãos, ou seja, o cristianismo é que mantém um relacionamento de Pai para filho com seu Deus.
Algumas Particularidades Bíblicas
O nome Jesus vem do hebraico (Yehoshua). "Josué", que significa "Iavé é salvação", era chamado de Oshea ben Num, que significa "Oséias filho de Num", podemos comprovar pela Palavra de Deus "Da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num" (Nm 13:8).
A Septuaginta (tradução grega do Velho Testamento) usou o nome Iesus para Yehoshua; Portanto Iesus é a forma grega do nome Yehoshua.
Depois do cativeiro de Babilônia, o nome Yehoshua era conhecido por Yeshua. "E toda a congregação dos que voltaram do cativeiro fizeram cabanas, e habitaram nas cabanas, porque nunca fizeram assim os filhos de Israel, desde os dias de Josué, filho de Num, até àquele dia; e houve mui grande alegria" (Ne 8:17).
Josué era chamado Yeshua ben Num. Yeshua é o nome hebraico para Jesus, até os dias de hoje em Israel. Isso pode ser comprovado em qualquer exemplar do Novo Testamento hebraico.
Sabemos que nome não se deve traduzir, mas sim transliterar conforme a natureza de cada língua. Por exemplo: Os nomes de Eva, David e outros que em nosso idioma levam a letra "v" em hebraico o "v" é substituído por "u", aparecendo nos textos como Eua e Dauid. A letra beta "b", na antiguidade, No grego moderno é "v". Hoje se escreve Dabid, para David, e Eba para Eva.
Ainda assim, existem nomes que permanecem inalteráveis em outras línguas, mas não em sua maioria. Por exemplo, o nome João, é Yohanan ou Yehohanan (decomposição Yeh, Yo, Yaho, contração de Yahweh, Javé (Deus) e Hanan (compadecer-se), tendo o sentido de Deus teve misericórdia, Deus se compadeceu na língua hebraica; Ioannes em grego; John em Inglês; Jean em francês; Giovani em italiano, Juan em espanhol, Johannes em alemão, e assim por diante, isso ocorre com vários nomes.
Há nomes que mudam substancialmente de um idioma para outro. Lázaro em grego é Eleazar em hebraico. Elizabete é a forma hebraica do nome Isabel. O argumento, portanto, de que o nome deve ser preservado na forma original, em todas as línguas, é contraditório não havendo assim muito apoio bíblico.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Biografia de um dos poucos que ainda prega a palavra de Deus



Biografia
Josué Brandao Amorim, nascido em 07 de maio de 1974, em São Paulo, SP, filho de Gervásio Brandao Amorim e Deraldina Maria Amorim, pai de Gesiel Jhones Lopes Brandao.
Professor, Pastor, Escritor e Conferencista, Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Cristianismo Sem Fronteiras em Feira de Santana; Diretor e fundador da Editora Ide, da Cruzada Cristianismo Sem Fronteiras e do Centro de Ensino Teológico Ide. Bacharel em Teologia pela Faculdade de Teologia de São Paulo (FAETESP); Bacharel em Teologia pela Faculdade de Teologia Memorial; Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Teologia e Filosofia Hokemah (FATEH). Escritor dos seguintes livros: “Drogas: a Ilusão que Assassina; Cristo: a Verdade que Liberta”; “Jovens Bem Sucedidos”; “Lágrimas: Fonte de Milagres”; “Vaso Quebrado”. Articulista das Revistas “Obreiro” e “Geração JC”, CPAD. 2º vice- presidente da Convenção Fraternal de Ministros das Assembléias de Deus na Bahia (CONFRAMADEB) e da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), tem ministrado em Convenções, Conferências, Congressos de Líderes, Congressos de Jovens e Congressos de Mulheres em diversos partes do Mundo.
1974- Nascimento em São Paulo.
1980- Mudança para Angico, Mairi- Ba.
1986- Batizado nas Águas.
1990- Separado ao Diaconato.
1992- Volta para São Paulo para estudar.
1993- Separado para o Presbitério.
1994- Formando no Magistério
1995- Formado em Teologia pela FAETESP.
1995- Ordenado Evangelista pela CEADEB.
1996- Nasce o filho, Gesiel Jhones Lopes Brandao.
2000- Licenciado em Filosofia pela FATEH.
2000- 30 de janeiro, mudança para Feira de Santana.
2001- ‘E indicado Coordenador de Jovens e Adolescentes da Assembleia de Deus em Feira de Santana (ADEFS).
2002- Ordenado Pastor, pela CEADEB.
2003- Funda a Editora Ide.
2003 - Publica o livro “Vaso Quebrado” e “Lagrimas: Uma fonte de Milagres”.
2004- ‘E indicado membro do CEECRE – Conselho Estadual de Educação e Cultura Religiosa da CEADEB.
2005- Iniciam as Cruzadas Cristianismo Sem Fronteiras.
2006- Eleito Vice-presidente da Assembléia de Deus em Feira de Santana (ADEFS). Cargo que ocupou ate 2010 quando renunciou.
2007- Inicia o Programa de Televisão “Cristianismo Sem Fronteiras”, pela TV Aratu- Bahia (repetidora do SBT).
2008- Recebe o Titulo de Cidadão Feirense.
2009- Recebe o Titulo de Comendador da Ordem do Mérito Municipal.
2009- Indicado membro do Conselho Estadual de Doutrina da CEADEB.
2010- Recebe o Titulo de Juiz Arbitral do Tribunal de Conciliação e Arbitragem.
2010- Funda a Revista Ide.
2010- Funda o Centro de Evangelismo Cristianismo Sem Fronteiras.
2010- Nasce a Assembleia de Deus Cristianismo Sem Fronteiras.
2010- Funda o PFIL- Programa de Formação e Instrução de Lideres.
2010- Torna-se Presidente da Associação Ide de Educação e Assistência Social, fundada pelo pai, Gervasio Bandao Amorim .
2011- Torna-se 2º vice- presidente da CONFRAMADEB.
2011- Funda o CETI- Centro de Ensino Teológico Ide.
2011- Recebe a Comenda Maria Quitéria pelo Município de Feira de Santana.
2011- O Centro de Evangelismo Cristianismo Sem Fronteiras inaugura 05 congregações, sendo 04 no Estado da Bahia e 01 em Lausanne, Suiça.

Por todas as bênçãos recebidas o Pastor Josué Brandao diz sempre: “Deus tem sido gracioso para comigo!”